quarta-feira, 21 de novembro de 2007

:: Virando o jogo

É maravilhoso reencontrar pessoas queridas. Melhor ainda quando o último encontro, há vários meses, parece ter sido ontem de tardinha. E aí não tem aquela história de 'o que você tem feito' ou de 'tem visto o pessoal'. O papo flui naturalmente, uma continuação da última conversa, interrompida 'ontem de tardinha'. Os minutos voam e no fim das contas o tempo se mistura de tal forma que ninguém saberia dizer se estamos no passado do presente ou no futuro do passado. É como transformássemos passado e futuro em eternos presentes, o presente de então, o presente de agora e o presente do vir a ser. É uma sensação boa essa de enganar o tempo, virar o jogo, já que é ele quem costuma nos enganar.

3 comentários:

João Miguel disse...

Carpe Diem!

É impressionante como o tempo é tão engraçadinho que está sempre arrumando um jeito de escrevermos sobre ele. E é mais impressionante ainda como algumas sensações podem ser tão boas ao ponto de chegarmos a desejar que elas não acabassem nunca (e eu não estou falando do orgasmo). Mas só a palavra "sensação" já tem um "que" de algo temporário e nós temos o péssimo hábito de ter um pé na realidade. Não temos?

Bia... disse...

é nessas horas que se olha e pensa "caramba como eu tô velho?"

brincadeira, mas é verdadenão há nada mais prazeroso do que perceber uq eo passado valeu a pena vivendo o presente...

Cris disse...

hahahah me lembrou aquela conversa que tivemos, lembra?? É muito bom quando isso acontece mesmo, pq é raro.. na maioria das vezes fica só no formal e sem graça "tem visto o pessoal?" e no "e aí, o que tem feito?" hahaha beijão!