domingo, 30 de setembro de 2007

:: Qualquer lugar com gelo


Eu fecho com o ursinho aí da charge: na minha lista de lugares prioritários para serem conhecidos, os gelados estão no topo. Quem sabe quanto tempo eles vão durar, né?

5 comentários:

Thá Teixeira disse...

Tá bom, a Marina já sabe que o destino é a Patagônia...

Ah, e quanto a escala de trabalho, até concordo. Antes isso do que nada, né?

arthurgrezende disse...

Adorei a charge,Faber!


Ps.: é seu aluno,Arthur que rouba suas frases pra pôr no blog! ;D

justbelle89 disse...

tipo, tá "meio grande", mas se quiser ler...=) é sobre aquele seu post sobre as cores!
postei isso no meu flog, há uns meses.
*
Eu não quero falar de mim. Não quero falar de amor, de tristeza ou escândalo. Não estou aqui pra repetir palavras vãs ou dizer o que não precisa ser dito. Não vim falar do agora. E muito menos de você. Hoje eu quero falar de cores. E do quanto elas me encantam.
Verde, vermelho. Branco, preto. Roxo. Talvez sejam essas as cores que mais me chamam atenção. As mais vibrantes e belas de todas as cores. Eu não gosto do azul por ser tão pernóstico e pelo seu jeito tão azul de ser e de se achar a cor que mais é apreciada. Gosto do céu, mas não gosto do azul.
Talvez eu tenha essa aversão ao azul da mesma forma que não consigo gostar de Legião Urbana. É, pra mim, a banda mais nojenta e enjoativa que já me botaram pra ouvir. Evidentemente, não deixo de gostar de nada ou de cor alguma por ser apreciada pela massa. Isso seria bobagem e é a pior espécie de poserismo. Se é que essa palavra existe.
Azul é a cor universal, do gosto de todos, a cor que qualquer um tem alguma peça de roupa (inclusive eu) e que é sentida de um jeito que nunca serei capaz de sentir. Assim como Legião.
Flores são delicadas e bonitas. E flores azuis, raras. Na natureza, o azul seria raro se não fosse a cor do mar e do céu. Mas que são assim, azuis, por motivos físicos. E eu não estou aqui pra explicar porque o céu é azul. Os raios de sol é que fazem isso. O azul é uma ilusão. Assim como todas as cores.
Ás vezes, tenho vontade de imaginar o mundo em preto e branco. O mundo através dos olhos de um cachorro. Ou um mundo completamente sem luz. Ninguém nunca pensou na gigantesca importância das cores? Ou da luz? Sem luz, sem cores. E sem cores, sem vida. O escuro personifica a angústia. Sem cor alguma. A angústia de quem sente mas não vê. De quem sabe que está lá, mas que intangível permanece.
Digo com toda a certeza que existem algumas cores mais importantes pra mim. O amarelo é uma das cores que não me fariam muita diferença. Quem sabe, essa seja a cor mais inexpressiva de todas. Logo depois do bege. Bege nem chega a ser cor. Nem está no arco-íris. Essas "sub-cores", como o marrom, o cinza e o bege me parecem ser deveras inúteis.
E das sete cores do arco-íris, a que mais encanta é o violeta. Ou roxo. Violeta, roxo, púrpura, lilás. Não tem como escapar desses tons maravilhosos. Eles estão no meu dia-a-dia; em objetos do meu quarto, blusas, canetas, casacos, brincos. Minha mochila. Todos de diferentes nuances, mas que me encantam da mesma maneira.
O verde e o vermelho são cores bonitas mas normalmente não as visto; simplesmente acho o vermelho atrativo pela sua força e personalidade. Tanto que deixei meu cabelo assim. E o verde, pela sua eloqüência e paz. Olhos verdes são tão mais lindos que os azuis! Esses chegam até a incomodar por serem tão incomuns e por chamarem tanta atenção e fazerem a gente esquecer do resto do rosto. Eu poderia ficar aqui e falar mais trinta linhas sobre olhos, mas prefiro voltar às minhas cores.
O preto e o branco são puros, sublimes e o fato de serem triviais e encontrados em todos os lugares não muda meu encanto. O preto no branco e o branco no preto. Direto, objetivo e aprazível. Sem delongas ou frescuras cor-de-rosa. Preto não é cor e sim a ausência de todas elas. Manifesta-se poderoso e auto-suficiente só por não ser todos em um. O contraste com a pele branca e a aparência mais enxuta deixam essa cor mais ilustre e apaixonante.
O branco pela sua pureza declarada só por ser claríssimo e pálido. Intocável. Neutro. A cor que representa a união de todas do espectro. Linda de se vestir, de se escrever e genuinamente combinável. Assim como preto.
Roxo, preto, branco, vermelho e verde. São essas as cinco cores da minha vida. A importância delas situa-se em diferentes lugares e de acordo com meu humor. Declaro aqui minha paixão pelas cores e pela arte que todas elas emanam de colorir o seu e o meu mundo; e simplesmente por elas existirem.

Here's to them.
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justbelle89 disse...

ah, é a Anabelle da 302 ali!

João Miguel disse...

Hahahahaha! Na verdade, se eu conhecer a Alanis assim, o fato de eu viver boiando num mar de pessoas é compensado. Brincadeira, não sou tão fanático assim. Quer dizer... se eu conhecer o Bill Gates assim, talvez eu releve. Mas só talvez.
Sobre A Menina que Roubava Livros... bom, acho que pelo blog você pode notar minha opinião em relação ao livro. É o tipo de literatura que me deixa realmente mergulhado na história e que com certeza me influencia.