domingo, 10 de agosto de 2008

:: Farmácias, cabides e lavanderias

Tem coisa que eu realmente não entendo. Farmácia, por exemplo. Tá certo que todo mundo, uma hora ou outra, precisa de um analgésico, de um relaxante muscular, de um complexo vitamínico ou até mesmo de um repositor da flora intestinal. Mas eu fico pasmo com a quantidade de farmácias pelas ruas. O que quero dizer é que ainda que este seja o tipo de comércio do qual todo mundo depende, parece-me que existem farmácias em excesso. Uma delas, em especial, me assombra. Estou falando da rede de farmácias Pacheco. Ontem li, numa faixa estendida no Boulevard 28 de Setembro: "+ 1 Pacheco". Mais uma! Já são, sei lá, cinco ou seis, em pouco mais de um quilômetro de avenida. Sabe, tem um cheirinho de lavagem de dinheiro...

Outra que deixa esse cheirinho no ar é uma loja no Shopping da Gávea. Ela podia vender roupas, sapatos, móveis, chocolates, computadores, artigos de decoração, mas não, ela vende cabides. Como os remédios, todo mundo precisa de cabides. Mas calcula aí: se essa loja vender uns 100 cabides por dia, são 3 mil cabides por mês. Custando, cada um, 10 reais, são 30 mil reais no fim do mês. Tire daí o custo da mercadoria, os impostos, o salário dos fucionários, a conta de telefone e o aluguel da loja. Sobra alguma coisa? E olha que estou falando de cabides que custam 10 paus e considerando que alguém compra cabides em qualquer lugar que não sejam as Americanas.

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Falando em farmácias, outro dia vi um busdoor no 170 (Gávea-Rodoviária) divulgando a Farmácia Apolo, em Copa. Repare que não são aS farmáciaS Apolo. É A Farmácia. Uma loja. Em Copa. Divulgada num busdoor que corta um número razoável de bairros na cidade. Fiquei me perguntando se eu é que sou burro ou o dono da farmácia realmente pensa que alguém na Gávea ou na Rodoviária vai cruzar a cidade até Copacabana pra comprar uma neolsaldina. Com tanta Pacheco por aí...

8 comentários:

Breno disse...

Para, tá? Que eu cruzaria a cidade inteira pra comprar na Apolo.

Nem sei qual é XD

Postagem interessante, Faber. Curioso seria se o Zona Sul se expandisse para Zona Oeste ou Norte..
Só na minha rua, há 4 farmácias. Pacheco, Farmácia do Leme, e mais duas que não faço idéia do nome. Precisa?

Ei!
Sim, a intenção de Era Uma Vez... é soar exatamente como uma história-clichê. Só reparar no título, a referência é clara.. mas o fantástico de tudo é que o Breno Silveira consegue transformar o típico conto de menina rica x menino pobre n'algo tão mais bonito, sentimental e principalmente mais original até e crível (tanto que nos créditos dofilme, o Thiago Martins fala que aquela poderia ter sido a história verdadeira dele(ele mora na favela)) que o filme torna-se bonito e principalmente, provável.

Sim, eu sou pirralho.. Não posso assitir Nome Próprio, me contento com O Mágico de Oz por enquanto. haha, mas quem sabe eu não tente entrar =D

Breno disse...

AH, esqueci de falar!!!

Adorei imaginar a cena de você cantando e pulando Citizen of the Planet no carro. Eu ponho berrando aqui em casa, minha irmã quase me espanca =D

Ela é foda demais!
qual do cd você gostou mais?

hipocondríaco disse...

é que você nunca entrou na Apolo...

favelado disse...

era uma vez num tem nada de crível. e é horroroso

Breno disse...

Talvez o Favelado aí encima tenha razão. Gosto é gosto, não é mesmo?

Ê Faber *-*
Obrigado por se importar. Adoraria conversar sobre o assunto depois, sim =)
Quando cê tiver tempo livre, a gente combina.

Júlia Mano disse...

HAHAHAHAH muito bom
só no meu quarteirão tem duas
e olha que a distância entre elas não dá nem 200metros
acho melhor vc investigar essa lavagem de dinheiro

beijos

ps. eu moro em copacabana e não vou a apolo !!!

Antônio disse...

HAHAHAHAHA muito bom!!!!
ps: eu moro perto da apollo!!!!!! o matheus la da sala mora no predio do lado da apollo - e o andre coordenador da tarde tb

Anônimo disse...

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