segunda-feira, 5 de maio de 2008

:: Trânsito livre, sem retenções

O que houve com o trânsito do Rio? Peguei a Av. Brasil sem nenhuma retenção de Bangu até o Centro. Nada na altura de Parada de Lucas, nada na saída da Ilha, nada no acesso à Linha Amarela, nada na altura do Caju. Depois, pistas livres na Leopoldina e na Presidente Vargas. O santa Bárbara foi atravessado em dois minutinhos. Não que eu tenha sentido falta, mas que foi estranho, foi. Foi tão estranho, que eu quase tive vontade de seguir até a praia e jogar meu carro na areia. Se eu não tivesse me contido, amanhã eu estaria na capa do jornal do Sacre-Coeur e ganharia uma notinha na próxima edição da Revista da História da Biblioteca Nacional.
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Terça-feira, 06 de maio.
Em tempo: hoje, ao ler o jornal, descobri que entrou em vigor ontem aquela determinação da Prefeitura que proíbe a circulação de caminhões em determinadas ruas da cidade nos horários de maior tráfego. Será esta a explicação para tão estranho fenômeno? Eu duvido. Até porque grande parte da Av. Brasil não está na lista truck-free.

4 comentários:

André Lima disse...

Toda segunda-feira o trânsito Barra-Gávea é livre! Ao contrário de qualquer outro dia da semana. É um fenômeno que ainda não encontrei uma explicação.

B. Homsi disse...

Tem razão, ficou contraditório o que falei sobre a Madonna no último post. No entanto, acho que não me expressei bem - na verdade, o que quis dizer é que ela está à frente dos demais artistas justamente por resgatar estilos que já se diziam ultrapassados. Quando a grande maioria pensa, por exemplo, em dar toques 'dance' em suas músicas, ela já fez isso bem antes deles sequer cogitarem fazeê-lo. Faz; faz um álbum INTEIRO disso, e ainda faz bem-feito. E vende.
O problema, Faber, é que eu e grande maioria ainda reluta quanto a questão do 'estar'; por mais que hoje esteja tudo desvirtuado, temos esperança de sermos de verdade. E por que não espelhar essa vontade naqueles que servem de modelo - na música, no cinema, no esporte, no teatro? Mas quando nem sabemos mais quem é de qualidade e quem não é(a questão do ser-ou-não-ser um artista legítimo), fica complicado, realmente, de a gente querer ser. Aí depende de cada um qualificar as figuras públicas que ilustram os famosos tablóides que tanto vendem..

Suzana disse...

quanta projeção, hein?!
tá na midia já.

Heitor disse...

É REDE SAGRADO !!!!!!!!!!!!!!!

rsrsrsrsrs